
A cutelaria que ainda se faz à mão
Um retrato vivo da cutelaria artesanal do Sul — do Vale dos Sinos ao Rio da Prata. Aqui só entra quem forja de verdade: o cuteleiro de fundo de quintal, sem linha de montagem, que faz uma peça de cada vez com as próprias mãos.
Só cuteleiro artesanal de verdade
Feito à mão
Forja, têmpera e acabamento saindo das mãos do próprio cuteleiro. Sem linha de produção, sem peça terceirizada vendida como própria.
Fundo de quintal
A oficina é nos fundos de casa, no galpão, na garagem. É esse cuteleiro que quase ninguém registra — e é justamente ele que nos interessa.
Do Sul inteiro
Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e a região do Prata. A faca gaúcha não respeita fronteira: o Uruguai também entra na história.
Registrar hoje para ele crescer amanhã
Este projeto não é um museu. Documentar o cuteleiro de fundo de quintal não é embalsamá-lo como folclore — é dar a ele aquilo que a oficina pequena quase nunca tem: vitrine. O sonho é que quem hoje forja sozinho no galpão consiga amanhã viver disso, formalizar a oficina e ter a própria marca.
A vitrine que ele não tem
Bom cuteleiro raramente é bom de marketing — e não deveria precisar ser. Se um vídeo daqui render três encomendas, ou se um perfil fizer alguém do outro lado do país procurar o trabalho dele, o projeto cumpriu o que se propôs.
O material é dele
Fotos, texto e vídeo ficam à disposição do cuteleiro para usar onde quiser: no Instagram, no catálogo, na feira. Não cobro nada para contar a história de ninguém, e isso não vai mudar.
Crescer é o objetivo
Se um dia a oficina virar empresa e o cuteleiro contratar gente, ótimo — terá sido exatamente esse o ponto. O perfil dele continua aqui, como registro de onde ele começou.
Sua história merece ser contada
Estou percorrendo o Sul atrás de quem ainda forja no fundo de casa. Se você é cuteleiro artesanal — ou conhece um que precisa ser registrado — me chame. A entrevista é gratuita, você aprova tudo antes de publicar e o material fica seu também.
Quero participar